Quando chego à Liz Claiborne, em 2006, eu não esperava liderar uma grande transformação. O conselho me contratou para entender um portfólio inchado, composto principalmente por marcas de atacado — mais de 45 no total — e tudo sugeria uma oportunidade de “realinhamento”. Mas no meu sexto mês de trabalho, as equipes de negócios voltaram com notícias tão ruins que tivemos que emitir uma orientação de rendimentos abaixo do consenso em 65%. Meros ajustes não nos salvariam; a transformação era o único caminho.