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De volta à moda: como estamos revivendo um ícone britânico

Resumo.   

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Quando assumi a Marks & Spencer na primavera de 2004, percebi imediatamente que a ideia da gerência anterior de delegar a tomada de decisões ao nível mais baixo possível havia dado terrivelmente errado. As principais decisões estavam sendo tomadas por pessoas sem experiência suficiente para tomá-las. Tivemos compradores assistentes gastando de 30 milhões a 40 milhões de libras do dinheiro da empresa sem supervisão. Imagine isso acontecendo em dez departamentos diferentes, como foi o caso da M&S. Mais de 300 milhões de libras estavam sendo comprometidas sem a aprovação da gerência sênior. Era anarquia e um risco muito alto. Embora delegar decisões seja uma boa filosofia, ela só funciona se as pessoas no topo da organização estiverem observando e apoiando suas equipes.

A version of this article appeared in the May 2007 issue of Harvard Business Review.

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