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Não é preciso muita experiência de vida para perceber que variamos enormemente na forma como percebemos e reagimos ao fracasso, e que muitas dessas percepções e respostas são moldadas pelas culturas nas quais crescemos ou trabalhamos agora. Obviamente, histórias sobre diferenças e estereótipos culturais sempre foram a base das conversas à mesa de jantar e uma fonte de muita diversão. Mas as multinacionais ocidentais estão investindo uma grande quantidade de dinheiro na Índia, na China e no Brasil, e gigantes emergentes desses países estão estabelecendo operações em mercados do mundo desenvolvido e em outros mercados emergentes. Qualquer empresa com aspirações globais deve levar a sério as diferenças culturais em geral e em relação ao fracasso em particular.

A version of this article appeared in the April 2011 issue of Harvard Business Review.

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