A diversidade se tornou uma prioridade máxima na América corporativa. Apesar das melhores intenções, porém, muitas organizações não conseguiram alcançar o equilíbrio racial em suas equipes executivas. Alguns têm portas giratórias para minorias talentosas, recrutando os melhores e mais brilhantes apenas para vê-los sair, frustrados e até irritados com as barreiras que encontram. Outras empresas conseguem reter profissionais negros de alto potencial apenas para ficarem atolados na gerência intermediária. Outros ainda têm minorias em suas fileiras executivas, mas apenas em posições racializadas, como aquelas que lidam com relações comunitárias, oportunidades iguais de emprego ou mercados étnicos.