Na primeira onda de propaganda na internet, tecnólogos pintaram imagens de um futuro desencarnado no qual as pessoas trocariam a pele e viveriam on-line, passando de cidadãos a “internautas”. Mas, embora a Internet esteja mudando a forma como realizamos algumas de nossas atividades diárias mais básicas — fazer compras, aprender, trabalhar, orar, namorar, brincar — ela não está tornando o mundo físico obsoleto ou até mesmo menos importante. De fato, as recentes falhas de muitos comerciantes da Web atestam as deficiências fatais de um mundo puramente virtual. As pessoas gostam e precisam de contato social e sensual; elas não querem ser desencarnadas.