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Carta do Japão

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Em 1995, nenhuma nação industrializada pode ser uma ilha econômica, mas o Japão continua se comportando como uma. Considere a situação difícil dos profissionais de marketing direto do Japão. O serviço postal, que o governo possui e opera, cobra 80 ienes — cerca de 80 centavos — para enviar uma carta nacional de primeira classe. O correio aéreo dos Estados Unidos ou Hong Kong para o Japão custa apenas 50 centavos. Um profissional de marketing japonês poderia enviar peças publicitárias por mala direta para famílias japonesas de forma muito mais barata dos Estados Unidos ou de Hong Kong do que de qualquer lugar do Japão. Economicamente, portanto, faz sentido que o setor de mala direta use serviços postais estrangeiros com preços competitivos ou que o governo torne o sistema de correio do país mais eficiente e menos dispendioso. Em vez disso, o governo tornou ilegal que empresas japonesas enviassem esses materiais de outros países para o Japão.

A version of this article appeared in the May–June 1995 issue of Harvard Business Review.

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