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Memórias locais de um gerente global

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Houve um tempo em que eu costumava acreditar, como Diógenes, o cínico, que “sou um cidadão do mundo” e costumava me gabar de sentir que uma “folha de grama é sempre uma folha de grama, seja em um país ou outro”. Agora sinto que cada folha de grama tem seu lugar na terra de onde tira sua vida, sua força; assim como o homem está enraizado na terra de onde tira sua fé, junto com sua vida.

A version of this article appeared in the March–April 1993 issue of Harvard Business Review.

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