SKIP TO CONTENT

Negociar quando não há um plano B

João Santos

Resumo.   

Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

Já vínhamos trabalhando há vários anos com uma das maiores concessionárias de energia do mundo quando recebemos uma ligação urgente de um executivo sênior da empresa. “Lembram-se daquela nova usina que anunciamos que iríamos construir para cumprir as promessas feitas ao mercado em relação à geração de nova energia elétrica?”, perguntou ele. “Pois bem, já estamos atrasados, e a empresa de engenharia e construção com a qual temos negociado exigiu um pagamento adiantado enorme antes de iniciar os trabalhos. Simplesmente não temos condições de pagar nada próximo a esse valor. Mas não temos alternativa; os escolhemos porque eram a única empresa com capacidade para construir essa usina no prazo que precisamos. Não podemos concordar com o que estão exigindo, eles se recusam a negociar e não podemos simplesmente desistir. O que podemos fazer?”

A version of this article appeared in the Maio-Junho 2026 issue of Harvard Business Review.

Partner Center