As práticas de gestão que proporcionam uma compensação pela participação acionária dos funcionários

Resumo.
O engajamento dos trabalhadores nos Estados Unidos tem estagnado há décadas, com mais de dois terços dos trabalhadores se sentindo distantes ou desmotivados em relação ao trabalho. Para reverter essa tendência, muitos executivos têm se esforçado para construir uma “cultura de propriedade”, na esperança de que a responsabilidade pessoal impulsione a produtividade. No entanto, a maioria omite o ingrediente mais vital: a propriedade real. Passamos os últimos quatro anos estudando empresas que se comprometeram com essa peça que faltava, estendendo a participação acionária a todos os funcionários. Embora a propriedade ampla não seja novidade, um recente aumento liderado pelo capital privado a tornou uma força econômica potente. Desde 2022, mais de US$ 1,3 bilhão foi distribuído a 41.000 funcionários não executivos, com projeções que ultrapassam US$ 20 bilhões na próxima década.