SKIP TO CONTENT

As práticas de gestão que proporcionam uma compensação pela participação acionária dos funcionários

Fevereiro 2, 2026
Peter Dazeley/Getty Images

Resumo.   

Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

O engajamento dos trabalhadores nos Estados Unidos tem estagnado há décadas, com mais de dois terços dos trabalhadores se sentindo distantes ou desmotivados em relação ao trabalho. Para reverter essa tendência, muitos executivos têm se esforçado para construir uma “cultura de propriedade”, na esperança de que a responsabilidade pessoal impulsione a produtividade. No entanto, a maioria omite o ingrediente mais vital: a propriedade real. Passamos os últimos quatro anos estudando empresas que se comprometeram com essa peça que faltava, estendendo a participação acionária a todos os funcionários. Embora a propriedade ampla não seja novidade, um recente aumento liderado pelo capital privado a tornou uma força econômica potente. Desde 2022, mais de US$ 1,3 bilhão foi distribuído a 41.000 funcionários não executivos, com projeções que ultrapassam US$ 20 bilhões na próxima década.

Partner Center