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Pare de jogar nos favoritos

Amanda Berglund

Resumo.   

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Em um trabalho recente com uma empresa escandinava de robótica, notamos algo preocupante: Durante as reuniões da equipe de liderança, o CEO se dirigia e consultava apenas três de seus nove subordinados, enquanto os demais simplesmente observavam. Mais tarde, quando perguntamos a ele sobre essa dinâmica, ele ficou surpreso - tanto por saber que tinha "favoritos" visíveis quanto por não saber do impacto que seu favoritismo poderia ter sobre os outros executivos. A questão nunca havia sido levantada em exercícios de feedback ascendente.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2024 issue of Harvard Business Review.

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