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A falácia do feedback

Paul Garland

Resumo.   

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O debate sobre feedback no trabalho não é novo. Desde pelo menos a metade do século passado, a questão de como fazer com que os funcionários melhorem tem gerado muitas opiniões e pesquisas. Mas, recentemente, a discussão ganhou nova intensidade. O experimento em andamento de "transparência radical" na Bridgewater Associates e a cultura da Netflix, que o Wall Street Journal descreveu recentemente como "incentivando um feedback duro" e submetendo os funcionários a "intensos e incômodos" 360s em tempo real, são apenas dois exemplos da crença predominante de que a maneira de aumentar o desempenho nas empresas é por meio de um feedback rigoroso, frequente, sincero, abrangente e, muitas vezes, crítico.

A version of this article appeared in the Março-Abril 2019 issue of Harvard Business Review.

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