Ashley Martin, professora assistente de Stanford, e Katherine Phillips, professora da Universidade de Columbia, pediram às pessoas que classificassem sua concordância com declarações variadas sobre a importância das diferenças de gênero. Elas descobriram que as mulheres que acreditavam em se concentrar nas semelhanças entre homens e mulheres ("cegueira de gênero") sentiam mais poder e confiança do que as mulheres que defendiam a celebração das qualidades distintas das mulheres ("consciência de gênero"). A conclusão dos pesquisadores: As mulheres se beneficiam quando minimizam o gênero.