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Quando as plataformas atacam

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A Amazon ficou famosa por ter começado como uma livraria on-line, mas 20 anos depois há poucos produtos que não podem ser comprados no site. Para muitos produtos, a empresa atua como um varejista tradicional, obtendo lucro por meio de markups. Outros produtos são oferecidos por vendedores terceirizados - comerciantes que pagam para usar a Amazon como plataforma de vendas, da mesma forma que as pessoas pagam para vender itens no eBay. Os modelos de negócios de plataforma, que usam a tecnologia para vincular compradores e vendedores, nunca estiveram tão em alta. Os exemplos incluem Uber e Airbnb (que ligam passageiros a motoristas e viajantes a alojamentos, respectivamente) e empresas de tecnologia como Facebook, Apple e Twitter (que abrem seus ecossistemas para desenvolvedores externos de software e aplicativos). Os capitalistas de risco adoram o modelo de plataforma, pois ele permite que as empresas aumentem a escala com fundos limitados: O Airbnb, por exemplo, conseguiu crescer muito mais rapidamente como matchmaker do que se tivesse que construir e operar hotéis.

A version of this article appeared in the Outubro 2015 issue of Harvard Business Review.

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