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O fator humano da segurança cibernética: Lições do Pentágono

Michael Byers

Resumo.   

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A grande maioria das empresas está mais exposta a ataques cibernéticos do que o necessário. Para fechar as lacunas em sua segurança, os CEOs podem seguir o exemplo das forças armadas dos EUA. Antes um colosso de TI vulnerável, ele está se tornando um operador hábil de redes bem defendidas. Hoje, os militares podem detectar e remediar invasões em questão de horas, se não minutos. Somente de setembro de 2014 a junho de 2015, ele repeliu mais de 30 milhões de ataques mal-intencionados conhecidos nos limites de suas redes. Do pequeno número que conseguiu passar, menos de 0,1% comprometeu os sistemas de alguma forma. Dada a sofisticação dos adversários cibernéticos dos militares, esse registro é um feito significativo.

A version of this article appeared in the Setembro 2015 issue of Harvard Business Review.

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