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O presidente da Tommy Hilfiger fala sobre a abertura de capital para provocar uma reviravolta

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Resumo.   

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Conheci Tommy Hilfiger por volta de 1990, quando ele já era bem conhecido no setor de moda. No final da década de 1960, ele era um adolescente no interior do estado de Nova York, mas queria ter acesso a roupas da moda que não encontrava nas lojas locais. Assim, ele e alguns amigos dirigiam até a cidade de Nova York, compravam dezenas de pares de calças boca de sino e outras roupas hippies, voltavam para o interior do estado e vendiam as roupas no porta-malas de seu Volkswagen. Antes dos 20 anos, Tommy e um sócio abriram uma loja no porão chamada People's Place, que se transformou em uma pequena cadeia de lojas. Em meados da década de 1980, Tommy se mudou para a cidade de Nova York e encontrou um patrocinador para lançar sua própria marca: roupas clássicas da Costa Leste com um toque casual e despreocupado, inspirado pelo tempo que passou na Califórnia. Em 1985, sua agência de publicidade colocou um outdoor na Times Square que comparava Tommy Hilfiger a Calvin Klein, Ralph Lauren e Perry Ellis. Foi uma declaração ousada, mas que o colocou no mapa - e ele tinha a visão criativa para cumpri-la.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2015 issue of Harvard Business Review.
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