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Programas corporativos de bem-estar nos deixam indispostos: Uma entrevista com André Spicer

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A pesquisa: André Spicer, professor da Cass Business School da City University de Londres, realizou uma análise cultural e histórica das ideias sobre bem-estar nas empresas (que ele publicou em um livro recente, The Wellness Syndrome, em coautoria com Carl Cederström, da Universidade de Estocolmo). Ele concluiu que os programas corporativos de bem-estar não apenas proporcionam baixo retorno sobre o investimento, mas na verdade são um tiro pela culatra, tornando muitos funcionários menos saudáveis e mais ansiosos em relação a seus empregos.

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