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A psicologia da preguiça

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Mais de um quinto dos participantes de um estudo recente pareceu preferir a tarefa chata, mas fácil, de observar visitantes em uma galeria de arte às tarefas mais envolventes, mas exigentes, de acompanhar artistas e limpar um festival, embora tivessem previsto que prefeririam as tarefas envolventes. A disposição desses participantes de aceitar salários mais baixos para trabalhar na galeria revela um fenômeno que os pesquisadores— David A. Comerford, da Universidade de Stirling do Reino Unido, e Pedro Ubel, da Duke University — chamada de “aversão ao esforço”. As razões para isso não estão claras; os pesquisadores especulam que, como a atenção é um recurso escasso, as pessoas podem rejeitar tarefas exigentes sem realmente pensar em quão agradáveis elas podem ser.

A version of this article appeared in the November 2013 issue of Harvard Business Review.
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