SKIP TO CONTENT

O que Ashton faria — e isso importa?

Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

Sempre que dou uma palestra, faço um experimento simples. Primeiro, peço aos membros da platéia que levantem a mão se seguirem o ator Ashton Kutcher no Twitter. Normalmente, as mãos da maioria das pessoas se levantam, o que não é uma grande surpresa. Por vários anos, Kutcher vem conquistando seguidores de forma agressiva, até mesmo alugando cartazes incentivando as pessoas a seguirem “aplusk”, seu nome de usuário no Twitter. Em 2009, ele se tornou o primeiro usuário a adquirir 10 milhões de seguidores; no início de 2013, o total era de 13,7 milhões. Kutcher parece ser a própria definição de um “influenciador” de mídia social. Mas então eu faço outra pergunta ao público: Quantos já fizeram algo porque Kutcher sugeriu isso? Na maioria das vezes, ninguém levanta a mão. Então, eu tenho que me perguntar: se Kutcher é o influenciador por excelência, mas ninguém faz o que ele sugere, de que forma ele é influente?

A version of this article appeared in the May 2013 issue of Harvard Business Review.

Partner Center