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Quando um processo deve ser arte, não ciência?

Resumo.   

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Um processo de vendas europeu bem-sucedido pode ser implementado em todo o mundo ou as equipes regionais devem poder realizar sua mágica individual? Faz sentido que um fabricante invista no desenvolvimento e documentação de um processo detalhado que esteja em conformidade com os mais recentes padrões ISO, ou mais treinamento e capacitação de funcionários levariam a uma maior qualidade? A qualidade pode ser melhorada gerenciando cirurgiões, como enfermeiros, ou auditores, como mecânicos? Executivos de quase todos os setores enfrentam perguntas semelhantes sobre como lidar com seus processos. Há alguns processos que naturalmente resistem à definição e padronização — que são mais arte do que ciência. Ajudar os executivos a entender o que não deve ser padronizado e como gerenciar processos artísticos e científicos em conjunto é o objetivo deste artigo.

A version of this article appeared in the March 2009 issue of Harvard Business Review.

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