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Lidando com a meia-idade

Resumo.   

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Esgotados, estagnados e entediados. Essa é a situação atual de milhões de profissionais em meio de carreira. Em nossa pesquisa sobre as atitudes e experiências dos funcionários, ouvimos muitas histórias de inquietação nessa fase da carreira, um fenômeno que chamamos de “middlescence”. Havia o gerente que estava começando a perceber que nunca se tornaria presidente da empresa, a executiva sênior que sentia ter sacrificado sua vida — e seu ânimo — pelo trabalho, e o técnico que estava entediado com suas tarefas pouco desafiadoras. Típico é o caso de um gerente de nível médio, produtivo e respeitado, com cerca de 50 anos. Ele estava preso entre as obrigações no escritório e em casa, e sua equipe estava desmoralizada após duas rodadas de redução de pessoal. A estrutura da empresa havia se achatado, deixando menos possibilidades do que nunca para promoção, e ele se sentia estagnado. “Não era assim que minha vida e minha carreira deveriam ter se desenrolado”, disse ele ao conselheiro de funcionários. “Não sei por quanto tempo mais conseguirei aguentar.”

A version of this article appeared in the Março 2006 issue of Harvard Business Review.

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