Marcas poderosas têm personalidades distintas: as baterias da Duracell duram muito tempo. Os Volvos estão seguros em caso de acidente. Mas mesmo as marcas dominantes podem desaparecer se forem vítimas do transtorno de personalidade múltipla. Considere a General Motors. Qual a diferença entre um Chevrolet, um Pontiac e um Buick? A empresa acordou recentemente para o problema; na primavera passada, a GM anunciou que restringiria sua seleção de carros. Mas esse esforço tardio para controlar a esquizofrenia da marca da montadora é um pouco tarde demais.