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O alto-falante cinestésico: colocando ação em palavras

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Você consegue acreditar quanto tempo os executivos dedicam a discursos e apresentações? Praticamente ninguém gosta de dá-las — pense em todas as horas entediantes gastas preparando slides de PowerPoint entorpecentes. Ainda menos pessoas gostam de receber — pense em todas aquelas horas em que esses slides foram lidos em voz alta ou explicados em detalhes excruciantes. E tudo em vão, na verdade: estudo após estudo mostra que as apresentações são uma forma particularmente ineficaz de transmitir informações, seja para colegas, subordinados ou clientes. As pessoas simplesmente não absorvem muito do que ouvem.

A version of this article appeared in the April 2001 issue of Harvard Business Review.

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