Houve muitas mudanças nos serviços profissionais desde o dia em que comecei a trabalhar em 1964, entre elas uma mudança acentuada na forma como os profissionais se pagam. Quando comecei, a remuneração estava fortemente ligada à antiguidade. Afinal, a antiguidade era um indicador da experiência. Hoje, a maioria das empresas de consultoria, escritórios de advocacia e assim por diante consideram a antiguidade irrelevante — e, ocasionalmente, algo muito pior. Eles acreditam que a remuneração deve ser baseada no desempenho e, mais especificamente, no desempenho individual. É por isso que, na maioria das empresas profissionais, as pessoas são pagas de acordo com o tamanho do faturamento de seus clientes e o quanto são boas em atrair novos clientes. De fato, as empresas investem tempo e esforço consideráveis para medir esses resultados com precisão.