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Gerenciando maus hábitos

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Todos nós já trabalhamos com pessoas que são artistas famosos, mas têm uma séria deficiência de personalidade que dificulta a vida de todos, limita sua eficácia e, muitas vezes, prova ser sua ruína profissional. Uma pessoa, por exemplo, constantemente assume muito trabalho. Outro despreza a política nos bastidores necessária para obter apoio para a maioria dos projetos. Um terceiro vê a desvantagem em cada mudança proposta. Nas palavras de um executivo com quem trabalhamos, essas pessoas são “95% brilhante, 5% desastre.”

A version of this article appeared in the September–October 2000 issue of Harvard Business Review.

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